Sem apoio integral da federação de futebol do país, time caribenho apela para doações de torcedores para arcar com custos do torneio

24 jul
2023
– 05h08

(atualizado às 05h08)

A Jamaica jogou apenas uma partida na Copa do Mundo Feminina de 2023, mas já é possível dizer que a campanha do time caribenho é histórica. Ao segurar um surpreendente empate contra a poderosa França, a equipe conquistou o seu primeiro ponto na história da competição e se credenciou para uma disputa pelos primeiros lugares do Grupo F, que conta também com Brasil e Panamá.

O conto de fadas vivido pelas jogadoras dentro de campo, no entanto, está longe de refletir a situação enfrentada pela seleção fora dele. Sem o apoio integral da Federação Jamaicana de Futebol, que não arcou com todos os custos do torneio, sobrou para a mãe da meio-campista Havana Solaun pensar em uma solução para os problemas financeiros do time.

A ideia dela? Abrir uma vaquinha online para que os fãs e torcedores da Jamaica pudessem contribuir com a seleção. Sandra Phillips-Brower criou a campanha chamada “Reggae Girlz Rise Up” e faturou 50 mil dólares, algo em torno de 238 mil reais.

Na página da plataforma GoFundMe, Sandra afirma que as jogadoras estão cientes das doações e que, junto com a delegação, elas decidirão qual a melhor forma de alocar os fundos recolhidos. “A manifestação de apoio as ‘Reggae Girlz’ tem sido espetacular. Obrigada a todos por promoverem um apoio internacional sistemático para essas jovens mulheres maravilhosas”, a mãe escreveu em um dos posts.

O próximo confronto da Jamaica é contra o Panamá no sábado, dia 29. E então, a seleção caribenha enfrenta o Brasil na quarta-feira, dia 2, em seu último jogo da fase de grupos.



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